Gregor Brown

Gregorbrown

Genial.


Vampire Girl Vs. Frankenstein Girl

Sem palhaçada alguma: melhor filme que eu vi no Fantaspoa. Bem verdade que desisti de ver a Centopeia Humana hoje por falta de saco pra me amontoar, mas esse baixarei da Internet, com um tapa-olho e um papagaio no ombro. E, sinceramente, eu duvido muito que The Human Centipede tivesse derrotado esta pérola. 

Bam!Bam!Bam! na Folha de SP

Amigos, 

Eis a matéria que saiu hoje na folha sobre bambolê, divulgando o bambambam. 

Espalhem!

Abraço, 

Mariana



São Paulo, terça-feira, 06 de julho de 2010
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Jogo de cintura


Mais retrô impossível: o bambolê cresceu, reapareceu e ainda ganhou status de saudável

Rafael Andrade/Folhapress
Ingrid Medeiros, 65, que gosta de bambolear no Aterro, no Rio

MANUELA MINNS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O bambolê, tão vintage, está de volta, e não está só de brincadeira: ganhou status de atividade física.
"É um exercício muito fácil de fazer. Em dez minutos você aquece, sente que o corpo está reagindo, que as articulações estão lubrificadas", diz Vera Carvalho, 35, bailarina e atriz, parceira de Mariana Bandarra, 29, no blog Bam!bam!bam! (http://bambambam.wordpress.com/).
O blog estreou em 2006. Nos posts, há dicas de como construir o próprio bambolê, vídeos, textos com os benefícios da prática e até um manifesto que promove o bambolê como forma de ocupar os espaços públicos e interagir com a comunidade.
"Não tem como olhar para uma pessoa fazendo bambolê e não sorrir", diz Mariana.
Sorrindo, ela diz que chegou a perder três centímetros de cintura, ao fazer meia hora de bambolê por dia. "O exercício faz uma massagem nos órgãos internos e ativa uma musculatura mais profunda, fortalecendo o centro do corpo", afirma.
Os benefícios ocorrem porque os movimentos trabalham a musculatura interna do abdômen, da coluna e do quadril", segundo Fernanda Lima, reumatologista especializada em medicina esportiva no Hospital das Clínicas.
A médica diz que o bambolê também promove melhoria da postura, do equilíbrio e da flexibilidade. É preciso ativar os músculos posturais para que o bambolê fique em equilíbrio dinâmico paralelo ao solo -ou seja, não deixar o aro colorido cair.
A alegria dos praticantes também tem explicação científica. "A prática contínua de pelo menos 20 minutos seguidos de bambolê pode ativar o metabolismo aeróbio e a liberação da endorfina", diz Fernanda Lima.

PARA COMEÇAR A REBOLAR
O bambolê deve ser compatível com o tamanho do praticante. A médica Fernanda Lima explica como: "Na vertical, ele deve ficar entre a cintura e o peito".
Antes de começar, a pessoa deve checar se não tem problemas na coluna, no quadril ou joelho que contra-indiquem a prática.
Há bambolês com água dentro, ou feitos de materiais mais pesados, que exigem força maior para fazer os giros, aumentando o trabalho muscular e aeróbio.
Às vezes, é preciso ir para um parque ou praça para poder bambolear com liberdade -o que faz o praticante se apropriar melhor do lugar onde vive, na visão de Mariana Bandarra. "Fico fascinada de ver as pessoas fazendo bambolê mudarem a paisagem da cidade."
"Para quem começa, é mais fácil colocar um pé na frente e ir oscilando o corpo para os lados. Não é preciso rebolar, o importante é sentir que quando o bambolê vai para um lado, você deve fazer um movimento sutil para o oposto", ensina.

 

A mentira que em tudo conspira (ou Golden handcuffs)

'
 
De todas as mentiras em que fazemos questão de crer, o amor é a mais singular. Que magnífico o alívio de diluir-se na identidade do outro, a ilusão de que é possível a mistura real, a perda dos limites, a violação da subjetividade absoluta...que bom seria. Não há peneira mais doce para tapar o sol que é a morte.

Natalie Dee, alegria da rapazeada

Adorável, essa dona. :)


(download)

#WorstKitchenInScotland nº1 - Puffin' Muffin' (bolinhos de chocolate com aveia): quem tem colesterol alto pode, quem é diabético não

Space-cupcake

Então, depois de muito tempo resolvi tirar o trauma do bolinho individual, porque achei (de forma totalmente inusitada, na seção de "festa" do bourbon) as tais forminhas de papel pra vender (vem 100 por R$ 2,50, baita negócio).

Adaptei esta receita aqui para a estreia. Até já tinha feito antes com mistura pré-pronta mas não é a mesma coisa que fazer do zero. E eu gosto de ler no mínimo umas cinco receitas na internet antes de começar. Assim que tenho uma compreensão rudimentar da lógica, escolho uma bem básica e faço o que bem entendo. Então, vamos lá:
 
Puffin' Muffin'
 
INGREDIENTES
 
- 100g manteiga clarificada (ghi)
- 1 xícara açúcar
- 2 ovos tipo (usei caipira; cada um faz o que quer, mas se eu fosse você não comia esses de granja)
- 3/4 xícara farinha branca (usei de confeitaria, use a que tiver)
- 1 1/2 colher de fermento
- cacau em pó (usei 100% da garoto)
- aveia (usei em flocos finos, mas grossa deve ficar melhor
- 1/2 xícara de nata (creme de leite)
 
MODUS OPERANDI
 
Primeira coisa: enfia as papeletas em uma forma furada. Segunda coisa: liga o forno no máximo. Pronto, agora podemos começar.
 
Pega uma bacia e taca a manteiga e o açúcar e mexe até que os dois pareçam uma coisa só. Aí um ovo (atenção: apenas o conteúdo do ovo -- a casca vai fora) e mexe de novo. Aí outro ovo. Assim, como quem não quer nada. Feito isso, o mais importante está pronto. Essa é a base da massa, e é daí que derivam todas as coisas boas: manteiga e açúcar. E ovo. Nem sempre o ovo é obrigatório, mas vamos em frente.
 
Eu tenho um copo medidor que vai até 1 1/2 xícara, o que me permitiu misturar a farinha com o fermento dentro do próprio copo. É importante sujar pouca louça se você tem uma cozinha que é do tamanho do seu banheiro. Não, não é piada. Na verdade, o banheiro é um pouco maior, já que corresponde à cozinha E área de serviço. Enfim, é importante sujar poucas coisas. Pensa nisso como microambientalismo. Não é sustentável fazer uma lambança dos infernos se não cabe uma lava-louças decente na sua cozinha. Nem uma indecente, aliás. Então uma colher pequena (de preferência de cabo longo, tipo de sorvete) é perfeita: é só encher o copo até a marca de 3/4 de xícara com a farinha e aí acrescentar o fermento. E mistura com sutileza pra não aspirar farinha (acredite, isso acontece. às vezes chego a pensar em usar uma máscara cirúrgica pra fazer essas misturas secas). E em seguida o chocolate (usei pouco mais de 1/4 de xícara, mas...já sabe). E para o gran finale, completa a medida de 1 1/2 xícara com aveia. Pronto, essa é a parte seca da massa.
 
Agora a parte seca vai dentro da molhada. É sempre assim. Protocolos, rituais, memes...a coisa toda. Mistura até sentir que a massa tá harmoniosa, voluptuosa, lisa e sensual. Se tem batedeira, essa é a hora de tirar ela de cima do armário. Vai economizar uns belos 10 minutos de misturança. Depois de transar esse lance intenso com a massa, que a essa altura já é tua mulatinha mucama, é o momento do clímax: solta o creme em cima dela (no bom sentido, claro) e mistura até ficar homogêneo.
 
Pronto? Sim. Mas já aviso, tenha tranquilidade e atenção na hora de preencher as forminhas de papel. E não entre numas de perfeccionismo. Vai dar tudo certo. Não precisa ficar lisinho, não precisa ficar a mesma quantidade em todas as forminhas. A vida é trágica, meu amigo. Nada é perfeito e que bom porque seria um saco.
 
Atenção ao piloto de fogão iniciante: todas as receitas dizem "leve ao forno pré-aquecido". É fácil dizer, se tu já sabe no que isso implica. Eu queimei bolos durante toda a infância e adolescência, e só no ano passado aprendi o segredo do forno pré-aquecido: TEM QUE BAIXAR O FOGO. O princípio do troço é que, se tu liga o forno antes, na hora de colocar o troço lá dentro já vai ter uma temperatura constante em todos os pontos do forno. Isso garante que o bolo (ou o que for) comece a assar no instante exato em que entra no forno. Ótimo. Lindo. Mas se o fogo continua alto, a coisa vai queimar por fora e ficar crua por dentro. Então, a não ser que a receita diga algo diferente, o forno pré-aquecido implica em: FOGO ALTO ANTES + FOGO BAIXO DURANTE a assada (assadura? assamento? asso? você decide).
 
Aí entre 20 e 25 minutos fica pronto. A massa dos bolinhos racha em cima, fica levemente dourada. Essas coisas. Aí tira do forno e espera uns 10 minutos pra desenformar. E aí salve-se quem puder.
 
 
VERSÃO CONDENSADA DA RECEITA (pra consultas da cozinha)
 
Puffin' Muffin'
 
- 100g manteiga clarificada (ghi)
- 1 xícara açúcar
- 2 ovos tipo (usei caipira; cada um faz o que quer, mas se eu fosse você não comia esses de granja)
- 3/4 xícara farinha branca (usei de confeitaria, use a que tiver)
- 1 1/2 colher de fermento
- cacau em pó (usei 100% da garoto)
- aveia (usei em flocos finos, mas grossa deve ficar melhor
- 1/2 xícara de nata (creme de leite)
 
Papeletas na forma, forno ligado bem alto. Mistura manteiga e açúcar, e um ovo de cada vez. Mistura todos os ingredientes secos entre si e despeja na manteiga. Mistura até ficar homogêneo e acrescenta a nata. Assa em fogo baixo por 20-25 min. Espera 10 min pra desenformar. Bjomeliga.
 
 
 

notes for shakespeare your booty

Syb

  • ABHOR – To reject, disdain
  • ABSOLUTE – Without flaw, perfect
  • ADDICTION – Tendency, proneness
  • BALK – To hesitate, chop; to dispute
  • BRAVE – Handsome
  • CHARACTER – Letter, word
  • COIL – Distress, trouble
  • COUCH – To go to sleep
  • CUNNING – Clever, sharp
  • DELATION – Accusation
  • DESERVING – Merit, reward
  • DRAW – To bring near, call to
  • EGAL – Equal
  • EMBOSS – To track with the intent to kill
  • EXPEDIENCE – Quickness
  • FANCY – To desire
  • FEAR – To scare, frighten
  • FRONT – To oppose, affront, object
  • GAST – Scared, aghast
  • GRAVE – To inter, bury
  • HEAVY – Sad, painful, mournful
  • HONEST – Pure
  • INHERIT – Given; to accept or believe
  • INTPINSE – Impossible to untangle
  • JUDICIOUS – Fair, equitable
  • KNAP – To hit, strike
  • KNAVE – A young boy, a servant
  • LAND – Yard
  • LAPSED – Shocked, overcome
  • MAD – Crazy, wild
  • MATE – To confuse; to match
  • NOTE – Bill, list; to take note of
  • O’ER-RAUHOT, O’ER WROGHT – Overcome
  • OUGHT – Privy to, promised
  • PAINFUL – Difficult, hard to do
  • PALL – To wrap up
  • PARTICOAT – To cover in colorful fabric
  • PERPEND – To think of, consider
  • QUAINT – Beautiful, ornate
  • QUAKE – To shake, tremble
  • QUICKEN – To bring to life, bring to one’s senses
  • RAPTURE – A fit, ecstasy
  • RETIRE - To go to bed, to retreat
  • RAVIN – Likely to destroy; hunger
  • RESPECT – Forethought, consideration
  • SHRIFT – To admit
  • SIMULAR – Counterfeit
  • STILL – Always, forever
  • SUBSCRIPTION – Acquiescence, obedience
  • TAKE – To overtake; to enthrall
  • TAX – Blame, censure
  • TESTY – Worrisome
  • TRIGON – A triangle
  • UNDERGO – To take on
  • UNPREGNANT – Idiotic, inane
  • VILE – Disgusting, hateful
  • VINDICATIVE – Vengeful
  • WALL-EYED – Wide-eyed, angry, surprised
  • WANT – To lack YARE – Prepared, ready
  • YOUNG – Recent
  • ZANY – Idiotic, clownish

 

Pronouns

Elizabethan English used a different pronoun set than we’re used to. The first person—I, me, my, mine—remains basically the same. However, the second person singular (you, your, yours) is translated to “Thou” for “you” (nominative), “Thee” for “you” (objective), “Thy” for “your” (genitive), “Thine” for “yours” (possessive). Don’t worry too much about what words like “nominative” or “possessive” mean, and forget about those words “ye” and “thee,” which are more formal ways of saying “you.”  Now, at least you know that “thou” means “you.”  So the correct way to berate Billy Shakespeare for writing like an old guy is to say, “Shakespeare, thy meaning is unclear!”


Words that Shakespeare Invented

Here are some common words that first appeared in Shakespeare’s plays and their meanings:

Auspicious – favorable; promising success; a good omen. A wedding is an example of an auspicious occasion.

Baseless – without a foundation; not based on fact. If you accuse someone of wrongdoing, make sure that you have support to back up your claim and it is not a baseless accusation.

Barefaced – shameless; without concealment or disguise. When someone tells a 'barefaced lie' it is not a very good one and you immediately know it is not true.

Castigate – to punish harshly. Sometimes celebrities and politicians are castigated in the press more harshly than ordinary citizens.

Clangor – a loud (clanging) sound. Ghosts are sometimes said to be followed by the loud clangor of chains.

Dexterously – skillful, especially in the use of one’s hands (or also one’s mind). A good carpenter can dexterously build a bookshelf very easily.

Dwindle – to get smaller; diminish. Often used to describe money. Many people’s savings dwindle after losing a job.

Multitudinous – a lot; a great number. You are in luck if you can say that you have a multitudinous amount of friends.

Sanctimonious – pretending to be very religious or righteous. Sometimes people who judge others harshly are sanctimonious.

Watchdog – a person or group that keeps close watch to discover wrong or illegal activity. A popular watchdog group is PETA, which exposes wrongful actions against animals.

 

Phrases Shakespeare Invented

Here are some phrases that Shakespeare is said to have invented, many of which are commonly used today.

  • "It’s Greek to me" (Julius Caesar) - When you say, "it's Greek to me" you are admitting that you do not know or understand something.
  • "Fair play" (The Tempest) - Follow the rules, especially in competitions or sports.
  • "All that glitters isn’t gold" (Merchant of Venice) - We usually use this phrase after we discover the fact that something that looks good turns out not to be that great.
  • "Wear one’s heart on one’s sleeve" (Othello) - To be a hopeless romantic (or be open and honest about how you feel) is to wear one's heart on one's sleeve.
  • "Break the ice" (The Taming of the Shrew) - Often when you meet someone for the first time, you "break the ice" by asking them polite questions about themselves.
  • "The lady doth protest too much" (Hamlet) - If someone denies something more than once, you can say "the lady doth protest too much," meaning you think that they feel the opposite to what they are saying.
  • "Clothes make the man" (Hamlet) - Although not always true, this phrase implies that how a person dresses tells you something about who they are as a person.
  • "A laughing stock" (The Merry Wives of Windsor) - To be a laughing stock is to be considered a joke by many people.
  • "Too much of a good thing" (As You Like It) - It is said that "too much of a good thing" (i.e. money, love, food) is not necessarily good for you.
  • "In a pickle" (The Tempest) - To be "in a pickle" is to be in trouble or a situation that you cannot easily get out of.

 


COOL PHRASES

  1. "This above all: to thine own self be true." (Hamlet - Act 1, Scene 2). Translation: Be true to yourself.  
  2. "There is nothing either good or bad, but thinking makes it so." (Hamlet - Act II, Scene II).Translation: It is our mind that judges whether something is good or bad, but in reality nothing there is no good or bad.  
  3. "It's not enough to speak, but to speak true." (Midsummer Night’s Dream - Act 5, Scene 1).Translation: Do not talk just to talk. It is more important that when you do speak to tell the truth.
  4. "Et tu, Brute?" (Julius Caesar - Act 3, Scene 1). Translation: Use this quote when someone has betrayed you, just as Julius Caesar said to his 'friend' Brutus who played a role in Caesar's assassination).
  5. "Neither a borrower nor a lender be; for loan oft loses both itself and friend." (Hamlet - Act 1, Scene 3). Translation: Basically, one should avoid lending and borrowing money from friends because it could eventually lead to trouble in the relationship.  
  6. "The course of true love never did run smooth." (Midsummer Night’s Dream - Act 1, Scene 1). Translation: Love is never easy and like a river it is not always smooth.
  7. "Be not afraid of greatness: some are born great, some achieve greatness and some have greatness thrust upon them." (Twelfth Night - Act 2, Scene 5). Translation: No matter how greatness comes to you, do not fear it. 
  8.  "All the world's a stage and all the men and women merely players." (As You Like It - Act 2, Scene 7). Translation: Life is like a play and human beings are like actors within the play.
  9. "There's daggers in men's smiles." (Macbeth - Act 2, Scene 3). Translation: Not everyone who smiles is a friend.
  10. "All that glisters is not gold." (Merchant of Venice - Act 2, Scene 7). Translation: Do not judge everything by its appearance.

SHAKESPEARE GRAMMAR

SyntaxWherein we discuss the Bard's penchant for order inversion.Rhetorical DevicesWherein we discuss the art of persuasive arrangement of words.Usage ShiftsWherein we discuss some of the vagaries of the Bard's English.GlossaryWherein we present a limited, searchable archive of words with definitions.

CliffsNotes—Shakespeare Glossary
A glossary of Shakespearean terms from the people who have made a living out of students who don't want to read the plays for themselves.
Dictionary of Shakespeare
A selective dictionary of Shakepearean words that have fallen out of use, or whose meanings have changed over the centuries.
Elizabethan English
Topics include sounds and sentences, puns and word-play, Shakespeare's pronunciation, and prose and verse.
Elizabethan English as a literary medium
From Bartleby.com. A look at the literary use of Elizabethan English.
The Elizabethan Glossary (About.com)
An Elizabethan glossary giving the meanings of old and unusual words used in Shakespeare's England.
History of the English Language
A (very) brief history of the English language from EnglishClub.com.
Proper Elizabethan Accents
A brief introduction to how people's speech in Elizabethan England actually sounded, their vocabulary, and grammar. Includes a table for constructing Shakespearean insults.
Reading Shakespeare's Language
The New Folger Library Shakespeare presents some overview resources to help guide students in reading Shakespeare.
Shakespeare 101
Amy Ulen has a guide meant to help Shakespeare newbies with the language of the Bard. Includes a mini-glossary.
Shakespeare and the Development Of Modern English
This article from No Sweat Shakespeare discusses the shift from Middle to Early Modern English.
Shakespeare Concordance
Type in a word, and this search engine will find all the instances of that word in Shakespeare's works.
Shakespeare Lexicon
Alexander Schmidt's Lexicon and Quotation Dictionary is a painstakingly compiled glossary of every word in the Shakespeare corpus and an exhaustive collection of quotations. It has long been a standard reference work.
A Shakespearian Grammar
A great Internet edition of a classic work by Edwin Abbott, a Headmaster of the City of London School. Although first published in 1879, this is still a very good (if highly academic) comparative study of Elizabethan syntax versus Modern English.

Software: FL Studio + Fruity Loops

jo fiz otra calabera!

Calavera_006

Ay, que hermosa esta se quedó!

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